segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Política

Sete de outubro: exatamente um ano das eleições municipais 

       Exatamente um ano atrás os mais de cinco mil municípios brasileiros vivenciavam as eleições municipais, período de quentes debates políticos e muitas promessas de melhorias no serviço público, por parte dos candidatos ao executivo e legislativo. Olhando de perto a realidade dos municípios brasileiros, e principalmente de nossa região, o ditado popular se confirma mais uma vez: "prometer é mais fácil do que fazer", em suma se sem ela "promessa" fica difícil ganhar um eleição, porém ela em excesso fica bem mais difícil administrar.
       Decorrido doze meses da votação, e já os quase dez de administração, já se tem um panorama da situação atual dos municípios de nossa região. Muitos militantes ainda carregam a rivalidade política do ano passado, fator que fere, muitas das vezes, à democracia e os direitos públicos. E é esse espírito de concorrencia por oportunidade particular do eleitor que o ato de dizer: "ganhamos a eleição"; "agora é nós", para muitos significam "ganhei na mega sena". Na vida real as situações financeiras dos municípios não atende as "promessas", promessas que antes iludiram tantos, deixam os mesmos desiludidos e revoltados, simplesmente por que o "eu" não conseguiu o que almejava. Uma das promessas mais comuns, por parte de candidatos, durante uma eleição são os empregos e os contratados de prestação de serviços. Muitos eleitores vêem ali uma oportunidade de trabalho, porém o município tem suas regras de contratação de funcionários e prestações de serviço, não podendo ultrapassar as barreiras da legislação, principalmente em relação ao financeiro. Muitos são convidados ( a votar) e poucos são os escolhidos, essa é bem a verdade. Essa disputa gera dentro do grupo político rivalidades, e muitas das vezes as nomeações de cargos de confiança são feitas de forma forçada e o resultado é uma ineficiência nos serviços público, foi assim que nasceu o conceito de "prefeitura não faz nada!", fala comum, principalmente por quem não foi empossado, ou não teve ao menos um parente contratado.
      Fica claro que a primeira crise política de um governo municipal é quando há muitas promessas de emprego durante a campanha. Um fator que pode ajudar inibir essa prática é a exigência da realização de concursos públicos. O grande sonho seria se os governantes brigassem politicamente para buscar a implantação de empresas geradoras de emprego e assim garantiriam um governo para todos. Um ano já se foi e restam menos de três para novas eleições municipais, outros municípios nem tanto. Lembrando que a campanha iniciou-se no primeiro dia deste ano e terminará em outubro de 2015.

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