segunda-feira, 9 de abril de 2012

Educação

Ônibus escolares de Vermelho Novo passam por vistoria
"O prazo para adequação vai até sexta-feira", afirmou Secretario de Educação


                                                                                                                 DA REDAÇÃO - Foi realizada na manhã desta segunda-feira (09) a segunda etapa da vistoria dos ônibus que realizam o transporte de escolares no município de Vermelho Novo. O trabalho de inspeção foi realizado em todos os ônibus de empresas terceirizadas e é uma exigência da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, caso ela não ocorra a cada seis meses pode haver o bloqueio do repasse do estado para o município, o que prejudicaria o atendimento aos alunos da zona rural.

                  O Engenheiro Mecânico Manuel Guzela, credenciado pelo órgão competente para tal inspeção, falou dos procedimentos adotados. “Aqui nós fazemos um serie de levantamento de dados para sabermos primeiramente a real situação do veículo em relação a segurança, freio, estabilidade, volante e outros itens importantes para a garantia de estabilidade no traslado dos alunos das comunidades até à cidade”, disse Guzela, reiterando ainda que “a empresa é a responsável pela segurança o município tem a obrigação de fiscalizar e isso a prefeitura está fazendo”.
              Segundo o Secretário Municipal de Educação Gilberto Pinto de Oliveira a prefeitura estabeleceu um prazo para as adequações por parte dos proprietários dos veículos. “O prazo para que as empresas se adequarem aos pedidos feitos pelo engenheiro responsável pela vistoria é até a próxima sexta-feira dia 13, caso não haja a regularização a prefeitura poderá suspender o pagamento”, disse o Secretario. Segundo o engenheiro, a frota que atende o transporte escolar do município teve uma melhora significativa nos últimos anos. “O prazo foi estabelecido até sexta-feira por que não foi constatado nenhum problema que possa colocar a vida dos alunos em risco, mas esses ajustes têm que ser feito para cumprir uma exigência do Governo do Estado”, reafirmou Manuel Guzela.
Francisco Pinto

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